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PostHog vs Google Analytics: qual um site de marketing ou SaaS precisa e quando usar os dois

O GA4 conecta com Google Ads e Search Console; o PostHog traz replay, feature flags e experimentos. Qual você precisa, quanto cada um custa e como usar os dois.

Por Nicolás Cerón ·

Uma sala de mapas na penumbra à noite: um telescópio de latão apontado para a cidade e uma lupa sobre uma rua em miniatura ligados por um único fio carmesim.
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A resposta curta

Use o Google Analytics 4 quando o seu crescimento passa pelo Google: ele se conecta ao Google Ads e ao Search Console sem custo, e a maioria dos profissionais de marketing já conhece os relatórios. Use o PostHog quando você precisa ver o que as pessoas fazem dentro de um produto: funis por usuário, session replay, feature flags e experimentos em um único projeto. Uma empresa com um site de marketing que compra tráfego do Google e um produto com login normalmente precisa das duas, ligadas de um jeito que nunca contem o mesmo lead duas vezes.

Nenhuma das duas ferramentas é o seu registro de receita. Leads, cadastros e pagamentos pertencem ao banco de dados ou ao CRM que os guarda, e as duas ferramentas devem receber esses resultados do seu servidor. É assim que montamos uma configuração de analytics, e é assim que o dardo.studio funciona: GA4 e PostHog lado a lado, atrás de uma única escolha de privacidade. Os preços e limites abaixo foram conferidos em 14 de outubro de 2026.

O que cada ferramenta mede

O GA4 foi feito em torno da aquisição. Sua medição aprimorada registra visualizações de página, rolagens até 90% da página, cliques de saída, pesquisa interna, interação com o YouTube, downloads de arquivos e início e envio de formulários sem código extra. Os relatórios padrão respondem de onde os visitantes vieram e quais canais geraram eventos principais. Perguntas mais profundas vão para as análises, e uma propriedade padrão tem limites rígidos: 30 eventos principais, análises com amostragem acima de 10 milhões de eventos por consulta e dados em nível de evento mantidos por 2 ou 14 meses (Google Analytics Help).

O PostHog foi feito em torno da pessoa e da sessão. Seu SDK de JavaScript captura cliques e visualizações de página automaticamente, e o mesmo projeto traz um painel de web analytics, funis de produto, retenção, session replay, feature flags, experimentos, pesquisas e monitoramento de erros. Você pode consultar os eventos brutos com SQL dentro do app.

A diferença mais marcante é a identidade. A política do Google proíbe enviar ao GA4 qualquer coisa que o Google possa reconhecer como informação pessoalmente identificável, e-mails incluídos. O PostHog deixa você identificar um usuário logado e associar propriedades a um perfil de pessoa, o que a análise de produto B2B exige e o que torna o consentimento e o seu contrato de tratamento de dados mais importantes.

ÁreaGA4 padrãoPostHog Cloud
PreçoSem custo de licença; o Analytics 360 é vendido por contratoCota mensal grátis, depois preço por unidade
Cota grátisSem cobrança por uso1 milhão de eventos, 5.000 gravações, 1 milhão de requisições de flags por mês
Dados de eventos mantidos2 ou 14 meses para análises1 ano no plano grátis, 7 anos no pagamento por uso
Session replayNão temGuardado por 1 mês grátis, 90 dias no pagamento por uso
Feature flags e experimentosNão tem desde que o Google Optimize fechouIncluídos, cobrados por requisição de flag
Search ConsoleVínculo nativo com dois relatóriosFonte do data warehouse, sincronizada como linhas
Google AdsVínculo nativo: eventos principais e públicosImportação de custos; exportação experimental de conversões
Onde ficam os dadosServidores do Google, sem escolha de regiãoEUA (Virgínia), UE (Frankfurt) ou hospedagem própria
Dados pessoaisNão permitidosPermitidos em perfis de pessoa

Fontes: Google Analytics Help, preços e documentação do PostHog, 14 de outubro de 2026.

Privacidade, consentimento e quem guarda os dados

O GA4 guarda seus dados na infraestrutura do Google e você não escolhe a região de armazenamento. Para visitantes da UE, da Suíça e do Reino Unido, o Google diz que coleta os dados por servidores na própria região, usa o endereço IP apenas para deduzir uma localização aproximada e não o registra nem o armazena (Google Analytics Help). O consentimento funciona pelo consent mode: no modo básico, as tags do Google não enviam nada até o visitante aceitar; no modo avançado, enviam pings sem cookies quando o consentimento é negado (Google for Developers).

O problema para sites menores é a modelagem. O GA4 estima o comportamento de quem recusa somente quando a propriedade envia pelo menos 1.000 eventos por dia com o armazenamento de analytics negado por 7 dias, tem pelo menos 1.000 usuários diários que aceitaram em 7 dos últimos 28 dias e usa o consent mode avançado na web (Google Analytics Help). Abaixo disso, os visitantes que recusam simplesmente não aparecem nos seus relatórios.

O PostHog deixa você escolher onde os dados ficam: a nuvem dos EUA na Virgínia, a nuvem da UE em Frankfurt ou o seu próprio servidor. A versão com hospedagem própria é uma instalação gratuita com Docker Compose sob a licença MIT, sem suporte e limitada aos recursos do plano grátis. O PostHog também tem um modo sem cookies que conta visitantes com um hash calculado nos servidores dele e não guarda nada no navegador, sempre ou só depois que o visitante recusa os cookies (PostHog docs). O mascaramento do replay acontece no navegador: campos de formulário são mascarados por padrão, o texto comum da página não.

As duas ferramentas podem ser servidas do seu próprio domínio. O PostHog documenta um proxy reverso que, segundo ele, costuma aumentar a captura de eventos em 10 a 30% (PostHog docs), e o Google oferece o Google tag gateway para o mesmo fim. O nosso é um Cloudflare Worker no dardo.studio que remove cookies e cabeçalhos de autorização e não repassa nada quando o visitante recusou ou envia Global Privacy Control ou Do Not Track. Recuperar eventos que os bloqueadores descartam é uma escolha deliberada, por isso respeitamos esses sinais no relay. Nada disso é aconselhamento jurídico: quem define a política de consentimento é o seu advogado.

Quanto custa em volumes realistas

O GA4 padrão não tem custo de licença. O Analytics 360 eleva os limites por contrato; o Google não divulga o preço e os valores de terceiros variam demais para serem repetidos. Os custos do GA4 são indiretos: armazenamento e consultas do BigQuery se você exporta eventos brutos (a exportação diária de uma propriedade padrão tem teto de 1 milhão de eventos) e o tempo para manter tags e consentimento corretos.

O plano grátis do PostHog não pede cartão e para de coletar ao atingir os limites gratuitos. O pagamento por uso mantém a mesma cota mensal, cobra cada produto por unidade acima dela, fica mais barato com o volume e permite limitar o gasto produto por produto (PostHog pricing). Dois detalhes pesam mais na fatura do PostHog. Eventos anônimos, o padrão em um site de marketing, custam menos que eventos identificados, que têm um adicional pelo perfil de pessoa (PostHog docs). E o replay é cobrado por sessão gravada, então a taxa de amostragem é uma configuração de orçamento.

Os preços publicados do PostHog, aplicados a três situações típicas:

SituaçãoUso mensalPostHogGA4 padrão
Site de marketing B2B pequeno300.000 eventos anônimos, 5.000 replaysUSD 0USD 0
Site de marketing movimentado3 milhões de eventos anônimos, 40.000 replays (uma sessão a cada cinco)Cerca de USD 222USD 0
Produto SaaS com usuários logados3 milhões de eventos identificados, 20.000 replays, 2 milhões de requisições de flagsCerca de USD 520USD 0, sem replay nem flags

São estimativas nossas a partir da página de preços do PostHog em 14 de outubro de 2026, antes de impostos. A linha do SaaS soma USD 352 em eventos (USD 84,30 na tarifa base mais USD 267,70 de perfis de pessoa), USD 67,50 de replay e USD 100 de flags.

Um limite de gasto é uma proteção com custo: quando um produto chega ao limite, o PostHog para de ingerir e os dados extras se perdem, não ficam em fila. Rodamos todos os produtos do PostHog no nosso site com limite de zero dólar, o que serve para o site de um estúdio e não serviria para um produto cujos experimentos precisam de dados completos.

Replay, flags e experimentos: o lado do PostHog

O GA4 não tem session replay. Se só falta o replay, o Microsoft Clarity é grátis, não tem limite de tráfego e se integra ao Google Analytics. A vantagem do PostHog é que replay, funis e erros compartilham o mesmo conjunto de eventos, então uma queda no funil se abre nas sessões por trás dela.

O replay também custa algo na página, não só na fatura. No dardo.studio, que tem arte em 3D, gravar os canvas 3D fez um replay de 15 segundos da página inicial subir cerca de 920 KB, e uma visita no Safari gravou 7,3 MB em 8 segundos. Com os canvas excluídos, o mesmo replay fica em cerca de 96 KB. Em um celular com a CPU limitada quatro vezes, o replay acrescentou cerca de 0,2 segundo de bloqueio da thread principal a cada 15 segundos, enquanto testes A/B em produção não mostraram mudança no Largest Contentful Paint nem na taxa de quadros. Mantivemos o replay e tiramos os canvas. Nosso guia para passar nos Core Web Vitals mostra como medir scripts com dados de campo.

Feature flags são cobradas por requisição ao endpoint de flags do PostHog, não por flag. O SDK do navegador faz uma requisição ao carregar, ao identificar um usuário e ao recarregar as flags, e a estimativa do próprio PostHog é requisições por visualização de página multiplicadas pelas visualizações mensais (PostHog docs).

Experimentos pedem expectativas realistas. O GA4 não tem testes integrados desde que o Google Optimize fechou, em 30 de setembro de 2023, e o Google indica integrações com AB Tasty, Optimizely e VWO (Google Optimize Help). O PostHog inclui experimentos com as flags, mas nenhuma ferramenta torna conclusiva uma amostra pequena. Um cálculo de poder estatístico padrão, com 80% de poder e 5% de significância, exige cerca de 13.800 visitantes por variante para detectar um aumento de uma conversão de 2,0% para 2,5%.

Nossa regra é não lançar um teste até que a linha de base tenha pelo menos 50 conversões reais e o cálculo mostre que ele termina em até seis semanas. Nosso site não chegou a esse patamar, então não rodamos nenhum lá. Em sites com pouco tráfego, uma auditoria de UX ou gravações analisadas com uma hipótese clara costumam ensinar mais que um teste sem poder suficiente, e a otimização da taxa de conversão decide quando vale testar com o tráfego disponível.

SEO e anúncios: o lado do GA4

O vínculo do GA4 com o Search Console adiciona dois relatórios: consultas de pesquisa do Google e páginas de destino orgânicas com métricas das duas ferramentas. Conheça os limites: um fluxo da web se vincula a uma única propriedade do Search Console, os dados chegam com 48 horas de atraso e voltam no máximo 16 meses, as métricas do Search Console só se combinam com página de destino, dispositivo e país, e a coleção de relatórios continua sem publicação até você publicá-la na Biblioteca (Google Analytics Help).

O vínculo com o Google Ads é o motivo mais forte para manter o GA4. Ele transforma eventos principais do GA4 em conversões do Google Ads, traz os dados do Ads para o GA4 em até 48 horas e permite reengajar visitantes com públicos, o que também exige sinais do Google ou coleta de dados fornecidos pelo usuário (Google Analytics Help).

O PostHog lê as duas fontes, mas não fecha o ciclo. Ele sincroniza diariamente os dados de desempenho do Search Console em tabelas do warehouse por consulta, página, país e dispositivo, mas a API do Google devolve cerca de 50.000 linhas por propriedade, dia e conjunto de dimensões, então um site grande perde a cauda longa (PostHog docs). Ele importa relatórios de custo do Google Ads para um painel de marketing analytics que ainda está em beta, e enviar conversões de volta ao Google Ads existe apenas como um destino experimental que o PostHog não suporta oficialmente (PostHog docs). Se o seu lance no Google Ads depende de conversões, mantenha o GA4 ou a tag do Google Ads como essa fonte. Para a busca orgânica, a fonte continua sendo o próprio Search Console, e o nosso trabalho de SEO começa por ali.

Usar as duas sem contar em dobro

Usar as duas não custa nada a mais em volume pequeno. O risco é duas ferramentas contarem duas histórias. As regras que seguimos:

  1. Um dicionário de eventos, dois destinos. Cada evento tem um nome e uma definição, enviados às duas ferramentas, para que um lead no GA4 e um lead no PostHog signifiquem a mesma coisa.
  2. Conte as conversões no servidor. No dardo.studio, uma solicitação só chega ao PostHog depois que o nosso banco de dados a guarda, e o evento de lead do GA4 só dispara depois que o servidor confirma essa mesma solicitação. Nosso serviço de configuração de analytics explica o padrão.
  3. Um único controle de privacidade para as duas. Uma opção no rodapé desliga o GA4, o PostHog ou o replay, e o Global Privacy Control, o Do Not Track ou uma recusa salva impedem o carregamento dos dois scripts. Esse padrão serve ao nosso público, majoritariamente americano; um site com muito tráfego europeu precisa de uma configuração que peça consentimento primeiro.
  4. Uma fonte da verdade por pergunta. Lemos jornadas e atrito no PostHog, consultas de pesquisa no Search Console e solicitações de contato no nosso próprio banco de dados. Nossa propriedade do GA4 roda com o armazenamento de publicidade negado e os sinais do Google desativados, então não consegue criar públicos de remarketing. É deliberado enquanto não fazemos campanhas de anúncios.
  5. Anote a diferença esperada. As ferramentas divergem em bloqueadores, consentimento, filtragem de bots e na forma de contar um usuário que volta ou que está logado; o SDK do PostHog, por exemplo, descarta bots conhecidos no navegador (PostHog docs). Registre a diferença esperada uma única vez.

Qual você deve escolher?

Sua situaçãoEscolhaPor quê
Site de marketing com investimento em Google AdsGA4, e PostHog se formulários longos ou fluxos precisam de replayAs conversões e os públicos do Ads vêm do lado do Google
Site de marketing sem anúncios, equipe pequenaUma ferramenta só: GA4 se sua equipe já reporta nele, PostHog se você quer replay ou hospedagem na UEAs duas são grátis nesse porte, e duas ferramentas dobram a manutenção
Produto SaaS com usuários logadosPostHog no produto, GA4 no site de marketing se você compra anúnciosFunis por pessoa, replay e flags ficam em um só projeto
Os dados precisam ficar na UEPostHog EU Cloud ou hospedagem própriaO GA4 não permite escolher a região de armazenamento
Dados de saúde ou outros dados reguladosNenhuma nas páginas cobertas, por padrãoO Google não oferece BAA para o GA4; o BAA do PostHog exige um pacote de plataforma a partir de USD 250 por mês
Pouco tráfego para testes A/BPesquisa antes de ferramentaNenhuma ferramenta salva um teste sem poder suficiente

Como a Dardo configura isso

Planejamos, construímos e testamos as duas ferramentas dentro do nosso serviço de configuração de analytics: primeiro o plano de medição, depois GA4, PostHog, consentimento e conversões confirmadas pelo servidor, tudo nas suas próprias contas. Quando o produto está sendo construído ao mesmo tempo, a instrumentação faz parte do desenvolvimento de aplicativos web. Nossos preços publicados mostram quais serviços têm um ponto de partida fixo.

Conte o que os seus relatórios precisam responder e diremos se você precisa de uma ferramenta ou de duas antes de orçar qualquer uma.

Perguntas frequentes

O PostHog pode substituir o Google Analytics?

Em muitos sites, sim. O painel de web analytics do PostHog cobre visitantes, fontes, páginas mais vistas e conversões, e vem incluído na análise de produto sem custo extra. O que o PostHog não substitui é o vínculo do GA4 com o Google Ads: importar eventos principais como conversões do Ads e criar públicos de remarketing. Se você compra Google Ads e depende desse vínculo para dar lances, mantenha o GA4 ou a tag do Google Ads. Se não, uma ferramenta costuma bastar, e a escolha depende de você querer replay e hospedagem na UE ou uma ferramenta em que seu time de marketing já reporta.

O PostHog é melhor para privacidade do que o Google Analytics?

Ele dá mais opções, não conformidade automática. O PostHog permite manter os dados na nuvem da UE em Frankfurt ou no seu próprio servidor, usar um modo sem cookies e mascarar os campos do replay no navegador antes de enviar qualquer coisa. O GA4 não oferece escolha de região de armazenamento, embora o Google diga que não registra nem armazena endereços IP de visitantes da UE, da Suíça e do Reino Unido. As duas ainda precisam de uma política de consentimento adequada aos seus visitantes e ao uso dos dados. Quem define essa política é o seu advogado; nós a implementamos e testamos.

Por que o GA4 e o PostHog mostram números de visitantes diferentes?

Porque contam de formas diferentes. Bloqueadores de conteúdo barram alguns scripts e outros não, principalmente quando uma ferramenta é servida do seu próprio domínio. Visitantes que recusam o consentimento podem faltar em uma ferramenta e aparecer modelados ou com hash em outra. Cada ferramenta filtra bots do seu jeito e resolve a identidade de outra forma quando alguém faz login ou troca de dispositivo. Alguma diferença é normal. Anote uma vez a diferença esperada e os motivos, e use cada ferramenta para as perguntas que ela responde melhor.

O PostHog funciona com o Google Search Console?

Sim, como fonte do data warehouse. O PostHog sincroniza diariamente os dados de desempenho do Search Console, divididos por consulta, página, país e dispositivo, para você consultá-los com SQL ao lado dos seus eventos. A API do Google devolve cerca de 50.000 linhas por propriedade, dia e conjunto de dimensões, então sites muito grandes perdem consultas da cauda longa. O vínculo nativo do GA4 é mais simples e mais restrito: dois relatórios, com 48 horas de atraso, combináveis apenas com página de destino, dispositivo e país. Para a maior parte do trabalho de SEO, o Search Console continua sendo o primeiro lugar para olhar.

O Google Analytics é realmente grátis?

O GA4 padrão não tem custo de licença. A versão paga, o Analytics 360, eleva limites como eventos principais, retenção de dados e exportação para o BigQuery por contrato, e o Google não divulga o preço. Os custos que de fato aparecem com o GA4 ficam ao redor dele: armazenamento e consultas do BigQuery se você exporta eventos brutos, ferramentas de consentimento e o tempo para manter as tags corretas conforme o site muda. A política do Google também proíbe dados pessoais como e-mails, o que limita o que o GA4 faz por um produto com login.

Um site B2B pequeno deve usar as duas ferramentas?

No começo, normalmente não. As duas são grátis nesse porte, mas cada script extra exige tratamento de consentimento, testes e manutenção, e dois painéis convidam duas versões da verdade. Escolha o GA4 se você faz ou planeja fazer Google Ads, ou se seu time já reporta nele. Escolha o PostHog se precisa de replay em formulários ou fluxos longos, ou de hospedagem na UE. Adicione a segunda ferramenta quando tiver uma pergunta que a primeira não responde, não antes.

Fontes e leituras adicionais

Fontes desta página, com mais detalhes dos publicadores originais.